quarta-feira, 24 de agosto de 2016

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

PROGRAMA COMENTÁRIO DO DIA - DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TRANSPLANTES







PROGRAMA COMENTÁRIO DO DIA - DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TRANSPLANTES - CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO!
Inserções de Até 90 Segundos com Temas Relevantes para a População da Cidade de São Paulo!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

DOUTOR LIMA NO PROGRAMA TUDO POSSO - DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TRANSPLANTES!




Confira a Participação do Doutor Lima no Programa Tudo Posso Falando Sobre Doação de Órgãos e Transplantes!

Nós Podemos! Nós Precisamos! Nós Devemos Fazer Mais Transplantes!

Doe Órgãos, A Vida Continua!

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

PROJETO SETEMBRO VERDE! DOE ÓRGÃOS, A VIDA CONTINUA!





Confira uma Linda História de Amor e Profundo Respeito à Vida!

Setembro se Transformou em um Mês de Conscientização para a Doação de Órgãos. A Campanha, que Recebeu o Nome de Setembro Verde, Visa Estimular cada Pessoa a ser um Doador. 

Em Juiz de Fora, a Espera na Fila de Transplante é Grande, e os Especialistas Acreditam que a Campanha Deve Ajudar a Estabilizar as Estatísticas.

Doe Órgãos, A Vida Continua!

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

SETEMBRO VERDE SENSIBILIZA POPULAÇÃO PARA À DOAÇÃO DE ÓRGÃOS!

É o Setembro Verde, referência à cor do laço símbolo mundial da doação de órgãos e tecidos para transplantes.

Setembro é o mês das doações de órgãos e tecidos. Estão programadas diferentes ações e atividades em todo o Brasil e diferentes países para sensibilizar a população sobre a importância das doações para proporcionar vida nova para as pessoas que aguardam um transplante. É o Setembro Verde, referência à cor do laço símbolo mundial da doação de órgãos e tecidos para transplantes. No Ceará, o Setembro Verde será marcado pela iluminação em verde de monumentos e prédios públicos, entre eles a sede da Secretaria da Saúde do Estado, na Avenida Almirante Barroso, 600, Praia de Iracema, e o Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Gomes, referência em transplantes de coração e pulmão. A escultura do coração no jardim do Hospital de Messejana fica iluminado de verde, chamando a atenção de quem passa pela movimentada Avenida Frei Cirilo, como forma de mobilizar para a doação de órgãos.  
Está também prevista para este mês a realização de cursos para profissionais que atuam na captação de doadores de órgãos e tecidos para transplantes e do II Encontro das Comissões Intra-Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTTs), na segunda-feira, 21 de setembro. As ações previstas para o Setembro Verde acontecem em um momento em que o país experimenta uma retratação das doações e dos transplantes. Pela primeira vez desde 2007, a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) registra diminuição na taxa de potenciais doadores, de doadores efetivos e no número de transplantes de rim, de fígado e de pâncreas, em relação ao ano anterior.
De acordo com o Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), edição relativa ao primeiro semestre de 2015, "a taxa de notificação de potenciais doadores, que foi de 49 por milhão da população (pmp) em 2014 com previsão para esse ano de 53,5 (aumento de 10%),  está sendo frustrada pela taxa obtida de 46,5 pmp. A taxa de efetivação está estagnada em 29%,  enquanto que a esperada é de 32%, para obtenção de 17 doadores efetivos pmp nesse ano. Entretanto, a taxa de doadores efetivos obtida foi de apenas 13,4 pmp (21%  abaixo da taxa esperada)”. Conforme a publicação, “a elevada taxa de recusa familiar à doação (44%) persiste como o principal obstáculo para a efetivação da doação na maioria dos estados".
O Ceará registrou de janeiro a junho deste ano 64 recusas familiares (43%) em 150 entrevistas para captação de doadores de órgãos e tecidos realizadas no semestre. No período foram notificados 260 potenciais doadores. Desses, 84 foram doadores efetivos (19,0 pmp) e 77 (17,4 pmp) tiveram órgãos transplantados.
O Estado tem 62 hospitais notificantes, públicos, privados e filantrópicos, cadastrados no Ministério da Saúde. Há 18 CIHDOTTs formalizadas, 14 delas em Fortaleza, duas em Sobral e duas no Cariri. As UPAs 24 horas também fazem a notificação de potenciais doadores de órgãos e tecidos através dos hospitais notificantes. O profissional da CIHDOTT realiza avaliação das condições clínicas do potencial doador, da viabilidade dos órgãos a serem extraídos e faz entrevista para solicitar o consentimento familiar da doação dos órgãos e tecidos.
O processo de doação começa com a identificação e manutenção dos potenciais doadores. Em seguida, os médicos comunicam à família a suspeita da morte encefálica, realizam os exames comprobatórios do diagnóstico, notificam o potencial doador à Central de Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO), no Ceará a Central de Transplantes da Secretaria da Saúde do Estado, que repassa a notificação à CIHDOTT. Nos casos de recusa da doação, o processo é encerrado.
Em 2014 o Ceará registrou um novo recorde de transplantes de órgãos e tecidos, com a realização de 1.399 procedimentos. Este ano, até agosto, foram realizados no Estado 174 transplantes de rim, 3 de rim/pâncreas, 13 de coração, 119 de fígado, 1 de pulmão, 44 de medula óssea (39 autólogos e 5 alogênicos), 525 de córnea, 1 de esclera e 7 de valva cardíaca. No total, foram realizados este ano 887 transplantes até agosto.
Autor: www.ceara.gov.br  Fonte: www.ceara.gov.br


Doe Órgãos, A Vida Continua!

domingo, 2 de agosto de 2015

QUEDA PREOCUPANTE DO NÚMERO DE DOAÇÕES DE ÓRGÃOS E DE TRANSPLANTES!

Neste semestre, pela primeira vez desde 2007, observamos uma diminuição na taxa de potenciais doadores, de doadores efetivos e no número de transplantes de rim, de fígado e de pâncreas, em relação ao ano anterior. 

Registo Brasileiro de Transplantes (RBT) - Jan a Jun 2015
A taxa de notificação de potenciais doadores, que foi de 49 pmp em 2014 com previsão para esse ano de 53,5 (aumento de 10%), está sendo frustrada pela taxa obtida de 46,5 pmp. A taxa de efetivação está estagnada em 29%, enquanto que a esperada é de 32%, para obtenção de 17 doadores efetivos pmp nesse ano. Entretanto, a taxa de doadores efetivos obtida foi de apenas 13,4 pmp (21% abaixo da taxa esperada). Então, ressaltamos que, lamentavelmente, estamos trabalhando com uma meta menor para este ano, de 15 a 15,5pmp, que também será difícil de ser obtida. A elevada taxa de recusa familiar à doação (44%) persiste como o principal obstáculo para a efetivação da doação na maioria dos estados, enquanto que em outros persiste a dificuldade na realização dos testes para o diagnóstico de morte encefálica. 
Observa-se que 15 estados obtiveram uma taxa de doadores efetivos inferior à metade da média do Brasil (< 6,8 pmp), sendo que em nove deles essa taxa foi < 3 pmp. SC continua com destaque na taxa de doação. 

Registo Brasileiro de Transplantes (RBT) - Jan a Jun 2015

Nos transplantes renais não houve a recuperação esperada em relação ao 1o trimestre, e a queda comparada com 2014 foi de 6,3% no número de transplantes (9,7 pmp na taxa de transplantes), sendo essa diminuição de 2,6% com doador falecido e de 16,8% com doador vivo. A taxa de transplantes renais esperada para este ano é de 32 pmp (6.450 transplantes) e estamos apenas com 26,2 pmp; destes, somente 5,7 pmp com doador vivo, a menor taxa dos últimos 15 anos, 24% abaixo da meta de 7,5 pmp (1.500 transplantes). Apenas RS e SP apresentaram taxa superior a 45 pmp. 

O número de transplantes hepáticos caiu 4,8%, com queda similar nos transplantes com doador vivo (4,0%) e falecido (4,8%). A taxa obtida de 8,2 pmp, está 18% aquém da esperada de 10 pmp para este ano (2.000 transplantes). Somente DF e CE obtiveram taxa igual ou superior a 20 transplantes pmp. 

O transplante cardíaco aumentou 11%, com taxa ainda muito baixa de 1,7 pmp, destacando-se o DF com uma taxa de 9,3 pmp. 

O transplante de pulmão aumentou 22%, com taxa também muito baixa, de 0,4 pmp, com o RS mantendo a liderança (4,5 pmp). Já o transplante de pâncreas com taxa de 0,5 pmp, em suas três modalidades, continua em queda (13% no semestre). 
A queda de 5% no transplante córneas, com lista de espera muito pequena em alguns estados, deve ter uma avaliação mais aprofundada de suas causas. Entretanto, em relação ao primeiro trimestre (59,8 pmp), apresentou recuperação (64,9 pmp). 

Portanto, para que este não seja um ano perdido no transplante, várias medidas devem ser tomadas:
  1. É urgente a inclusão do transplante simultâneo de pâncreas e rim, da intercorrência pós-transplante e do acompanhamento pós-transplante (este sem reajuste há 17 anos) na portaria de incentivo aos transplantes, com incrementos de 30% a 60%, medida já proposta, e sendo analisada pelo SNT. 
  2. Outra medida urgente, que já deveria ter sido tomada, é a modificação da idade máxima de doador falecido para o transplante renal (está como 75 anos no programa do SNT, por esse motivo, diferente da maioria dos países desenvolvidos, apenas 7% dos nossos doadores tem idade superior a 65 anos. 
  3. Também, todos os segmentos envolvidos na melhoria das taxas de doação (SNT, ABTO, hospitais com programas educacionais financiados pelo governo) devem trabalhar nos 15 estados com taxa irrisória de doação e, através de metas estabelecidas e cumpridas, modificar rapidamente esse quadro. 
Portanto, há muito trabalho pela frente para ultrapassar esses obstáculos! 

Doe Órgãos, A Vida Continua!

domingo, 12 de julho de 2015

NOVO SISTEMA PODE AGILIZAR DOAÇÃO DE ÓRGÃOS!

Karina Toledo | Agência FAPESP
Está em fase de testes na Central de Transplantes do Estado de São Paulo um software desenvolvido com apoio da FAPESP que poderá encurtar o tempo entre a identificação de um potencial doador de órgãos e a escolha de um receptor compatível.
O sistema foi desenvolvido por alunos do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) Zona Leste, sob orientação da professora Cristina Corrêa Oliveira. O trabalho está sendo feito em parceria com os pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) Luciana Haddad, Jair Minoro Abe e Alex Cassenote.
“Atualmente, toda a entrada de dados sobre os candidatos a doadores no sistema é feita de modo manual, o que toma muito tempo”, contou Oliveira.
Quando a Central de Transplantes recebe o aviso sobre a existência de um potencial doador, explicou a professora, enfermeiros do Serviço de Procura de Órgãos e Tecidos (SPOT) vão até o hospital para avaliar a condição de saúde do paciente com morte encefálica, fazer exames de sorologia sanguínea, levantar os antecedentes e o histórico médico e contatar os familiares.
“Todas as informações são anotadas em uma prancheta. O enfermeiro volta para o SPOT, digita tudo em um formulário no computador, imprime e envia por fax para a Central de Transplantes. Com o novo sistema ele pode enviar os dados de qualquer lugar usando apenas um tablet. Basta acessar uma página web”, contou Oliveira.
Além de agilizar a troca de informações, o novo sistema permitirá incluir dados sobre doadores que antes não constavam nas fichas, como uso de drogas ilícitas, álcool ou tabaco.
“Depois que a doação é efetivada, tem início um processo de seleção para encontrar receptores compatíveis com cada um dos órgãos viáveis. Esse processo é feito por um outro software já existente na Central de Transplantes, mas nós desenvolvemos um novo aplicativo que poderá ajudar na etapa seguinte: a distribuição dos órgãos”, contou Oliveira.
Este outro software, o aplicativo para smartphone eTransplante, permite enviar com o apertar de um único botão todos os dados do doador para as equipes médicas que acompanham os pacientes na fila de transplante.
“O médico recebe um alerta em seu smartphone e também todos os dados, incluindo os exames, antecedentes e histórico médico. No próprio aplicativo ele pode informar se tem interesse ou não no órgão e, em caso negativo, fazer a justificativa. As equipes têm até 1 hora para dar o retorno e, em seguida, a Central entrará em contato apenas com os interessados, começando pelo primeiro da fila ”, contou Oliveira.
Atualmente, esse processo é totalmente feito por telefone e pode demorar muito tempo a localização de um paciente compatível. O novo sistema ainda está sendo testado e homologado pela Secretaria Estadual da Saúde. A expectativa é que entre em operação no Estado de São Paulo até o fim de 2015.